Matheusstar fez aniversário esse mês e ganhou aquele jogo War, totalmente reformulado e novo. Cheio de tanques e soldadinhos nos lugares daquelas bolinhas que simbolizavam exércitos. Diferente, mas essencialmente o mesmo. Obviamente, como se tratava de um jogo já conhecido por todos os participantes, ler as regras foi exatamente a última coisa que fizemos. E nem sei explicar direito por que lemos. Já guardávamos as peças na caixa, após uma intensa batalha vencida por aquele que vos escreve. E foi então que descobrimos que praticamente tinhamos jogado um outro jogo. Desde a distribuição das peças até o final do jogo, uma sucessão de 'inconformidades' no que diz respeito ao regulamento. Descobrimos quão absurdas eram algumas das 'regras' que usávamos. A 'carta de troca', o 'arredondar para cima', o 'exército extra' e muitas outras atitudes questionáveis, eram apenas alguns 'factóides' oriundos do meio do nada que, de alguma forma, impregnaram na nossa maneira de jogar...
Mas, independentemente do modo que você está acostumado a jogar e da maneira que o regulamento te manda jogar, ressaltando, é claro, que uma mudança mínima que seja pode modificar completamente o resultado final da partida, o que vale nessas horas são os momentos de diversão que só um jogo tão empolgante como War poderá te proporcionar. No final das contas, o resultado é o de menos e dificilmente você lembrará exatamente de como venceu a última partida. Mas o momento inusitado, a situação bizarra, a jogada brilhante ficará guardada na memória por um pouco mais de tempo...
Existem dias que nem deveriam existir. Dias em que tudo dá errado, dias em que o motorista do seu ônibus passa por fora, dias em que não dá nem vontade de levantar da cama. Esses dias até que são bem difíceis, muito estressantes, mas, na maioria das vezes, superáveis. Isso porque, de repente, a sorte vira e as coisas começam a entrar nos eixos.
Mas existe aquele dia que realmente não deveria existir: o último dia de alguém que você conhece. O dia em que, de uma hora para outra, você passa a perceber uma ausência onde não era para existir. E tudo o que você tem são um monte de fatos, fotos, lembranças e uma situação em que não há quase mais nada para adicionar.
Aperta o coração o fato de não estarmos preparados para nos despedir de alguém que encontramos semana passada no supermercado ou de alguém com quem trocamos piadinhas no elevador, quase que diariamente. Alguém que aparentava estar tão bem uns dias atrás.
É uma dor difícil de assimilar. No fim das contas, você fica na mão da esperança. Esperança de que ainda exista uma possibilidade, remota que seja, de retomar as simpáticas piadas de elevador uma vez mais. Esperança de que o organograma da existência ainda não chegue ao seu final após o famigerado último dia de 'vida'.
Antes de mais nada, não me parece ser (ainda) um retorno. É que eu já tava incomodado com uns popups que abriam do nada quando eu acessava esta página. Aí resolvi tentar tirar. Consegui, mas meu conhecimento pouco avançado de HTML me permitiu cometer uma série de erros ao longo do caminho.
Pra começar, não lembrava nem a senha. Quer dizer, lembrava a senha antiga, mas não lembrava de ter trocado. Por sorte, guardei o e-mail de troca de senha. Mas só fui encontrá-lo no meu e-mail terciário, quando já nem tinha muitas esperanças. Sorte que não era um daqueles e-mails que ficam excluindo sua conta de tempos em tempos. Minhas mensagens ainda estavam todas lá, na caixa de entrada, ao contrário do que me aconteceria se fosse um hotmail ou bolmail.
Engraçado é que, logo após a leitura do e-mail de troca de senha, você sempre olha para a tela e diz "hum, não é que é essa senha mesmo". Aí você lembra de tudo: da senha nova e do motivo de ter trocado. Bingo! Tudo por causa do Cartola FC. Vai vendo. Em um dos 52 sábados à tarde do ano passado, eu tinha um campeonato de video-game marcado. Tudo corria bem até que, no meio do caminho, lembrei que não tinha atualizado o Cartola FC. Putz, e eu até tava até bem no jogo. Já não tinha como voltar e também não estava muito afim de procurar lan-houses no meio do caminho, afinal, estava meio que em cima da hora. Desci do ônibus e liguei pro Matheusstar. Passei a senha e falei: "Compra o Carlinhos Bala e o Dagoberto pro ataque, deixa o Rogério no gol, põe o Breno e o Miranda na zaga, o Coelho na direita, o Paulo Baier na esquerda, o Hernanes, o Thiago Neves e mais dois ali no meio. Você escolhe." Tudo resolvido. Pelo menos eu achava que tava. Na volta, depois de uma participação pífia em mais um torneio, volto minhas atenções ao futebol real. Thiago Neves marcou o dele e o São Paulo não levou gol. Beleza, a rodada é minha! Mas, surpresa! Ao abrir o Cartola me deparei com a brincadeira mais ridícula que o Matheusstar já fez: Marcos no gol (lesionado), dois zagueiros suspensos, laterais lesionados, meio-campistas que eram meros reservas em seus clubes, Alex Dias (lesionado) e o Dodô (dopado e suspenso), no ataque. A pior rodada jamais vista para os Amarelos FC. Deve ser por essas histórias que a frase 'Nunca dê sua senha a ninguém' existe. Ai fui olhar o time dele: Carlinhos Bala e o Dagoberto no ataque, Rogério no gol, Breno e Miranda na zaga, Coelho na direita, Paulo Baier na esquerda, Hernanes, Thiago Neves, Richarlyson e o Wagner do Cruzeiro. Pois é, troquei a senha na mesma semana. Só que depois de alguns dias abandonei de vez o Cartola FC e como já quase nem vinha mais aqui (mesma senha), esqueci mesmo. Só um e-mail troca-senha para me fazer lembrar.
Mas, voltando ao presente... após lembrar a senha e tentar atualizar o template (com a bem-sucedida exclusão dos 'popups do mal'), descobri que os comentários não estavam mais visíveis. Inseri o script e eles voltaram. Mas aí descobri que todos os links do meu blog estavam 'quebrados', inclusive o que levava à página de arquivo. Li o código todo e, muito tempo depois, fui encontrar a tag 'style type=text/css' duplicada. Corrigi, após me deparar com a incômoda mensagem "Sua sessão expirou!", que eu também já nem lembrava mais. Aí fiquei sabendo que a página de arquivo tinha perdido o código fonte antigo. "Ó céus, ó vida, ó azar." Nem lembrei de fazer backup (qualquer semelhança com minhas formatações de micro é mera coincidência). Pra consertar, tive a 'brilhante' idéia de colocar o 'template da maletinha' para funcionar, numa singela homenagem às nossas origens. E ficou assim. Sem os popups, do jeito que sempre deveria ser. Demorou, mas ficou.
Um dia talvez eu volte para escrever alguma coisa, falar da minha vida ou da vida dos outros, postar um vídeo ou uma foto, sei lá.
Muito bem. Por hoje é só. Abraços a todos e até mais!
P.S.: Minha sessão expirou de novo quando eu dei "Postar & Publicar"... puxa, quantos posts não perdi assim, no comecinho da história desse blog...
Sem muita emoção para postar alguma coisa... o momento não me parece muito favorável... declínio acentuado inclusive nos campeonatos...
Descobri mais um software muito bom para edição de vídeos: Camtasia Studio 4... deixou o Movie Maker no chinelo... não tenho outra saída a não ser desinstalar meu mais novo 'abandonware'...
Enfim, 'season-finale' do PES6... acompanhe o que foi possível fazer durante todo esse período...